Arquivo Fotográfico do Diário do Alentejo

terça-feira, 16 de junho de 2015

Pax Julia : três "vidas" em (quase) noventa anos de História.

TODAS AS VIDAS NUM PALCO
2005 - 17 DE JUNHO - 2015
Talvez não fosse necessário, mas é sempre bom recordar, recuando umas décadas:


19 de dezembro de 1928 : inauguração do Teatro Pax Julia, com a Companhia de Ilda Stichini, que apresentou três peças, Simone, O Centenário e Os Mosquitos. A Banda da Capricho desfilou pelas ruas da cidade e tocou o Hino de Beja frente à porta principal do teatro. Lançaram-se muitos foguetes. As portas foram abertas às 21 horas e a lotação esgotou por completo.



2 de janeiro de 1952 : reabertura do teatro, após obras de remodelação, agora com a designação de Cine-Teatro Pax Julia. A Companhia Amélia Rey Colaço/Robles Monteiro apresentou as peças "O Amor precisa de Escola, Essa Mulher e As árvores morrem de pé.
Rui Veloso - 1987 (foto do Diário do Alentejo)
17 de junho de 2005 : reabertura, após nova remodelação, com a designação de Pax Julia - Teatro Municipal. Espectáculo "Músicas de Sol e Lua", com Vitorino, Sérgio Godinho, Rão Kyao, Janita Salomé e Filipa Pais.
"Com a reabertura do Pax Julia, Beja volta assim a figurar no roteiro cultural português, oferecendo aos artistas nacionais, e não só, um espaço digno e multifacetado. O público também não foi esquecido e tudo foi providenciado no sentido de criar um espaço acolhedor e confortável." , in  http://www.cmjornal.xl.pt/ , 19.06.2006



1 de novembro a 20 de dezembro de 2008 : programa comemorativo do 80º aniversário da inauguração do Pax Julia. Entre outros, espectáculos com a Escola da Noite, José Salgueiro ( ADUF ), Rita Redshoes e Camané. A encerrar, "O Quebra Nozes", em duas apresentações, pela Companhia Nacional de Bailado. Notícia aqui.

  

"RESPEITA O PASSADO" (Manuel Magro, reformado) “É verdade que por dentro está mais bonito e mais apetrechado, mas também mantém o mesmo aspecto de sempre. É, de facto, uma sala imponente. E o mais importante é que respeita o passado, já que as bilheteiras, a porta de artistas e tudo o resto está precisamente onde sempre esteve.”
(citação retirada desta notícia do Correio da Manhã, de 19 de junho de 2005)

Sobre a História do Pax Julia, pode consultar-se esta cronologia , elaborada aquando da exposição coordenada pela Sónia Ferreira, instalada numa das edições da OVIBEJA.

Sobre a reabertura do Pax Julia, em 2005, ler também aqui , aqui e aqui

















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